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PREFEITURA ADQUIRE A CASA DA CULTURA

Publicado em 30/05/2019 às 15:22 - Atualizado em 30/05/2019 às 15:22

PREFEITURA ADQUIRE A CASA DA CULTURA

A Prefeitura Municipal, com apoio unânime da Câmara Municipal de Vereadores,  deu um passo importante na área cultural e turística em nosso município.

Às 14h do dia 30/05 foi assinada, em cartório, a escritura de compra e venda da edificação que abriga a Casa da Cultura e Secretaria Municipal de Turismo.

A edificação era alugada e, principalmente, por este motivo, não pôde ser reformada  ou encaminhados projetos para o governo estadual e federal na busca de recursos .

A aquisição possibilita que projetos sejam encaminhados a fim de reformar o imóvel .

A Prefeitura já está finalizando um projeto para a reforma que será encaminhado ao Governo Federal pleiteando recursos para a reforma da edificação.

A Casa da Cultura localiza-se em ponto estratégico,  na Sede Municipal, próxima a diversos atrativos turísticos como a  Praça Leopoldo Francisco Kretzer, o Caminho dos Tropeiros (datado de 1789), a Cachoeira do Salto  e a belíssima Igreja Matriz de São Pedro de Alcântara,  patrimônio religioso , cartão-postal do município e um dos templos mais belos do Estado de Santa Catarina.

É uma edificação em alvenaria com dois pavimentos, que embora tenha sido construída na década de 30, é diferenciada, pois além de  possuir peculiaridades e estilo arquitetônico que remetem às edificações características daquela época, hoje raras no município, guarda a história  da própria comunidade através das pessoas que as construíram, das pessoas que ali moraram e das atividades que nela foram desenvolvidas.  

A edificação é bem conhecida pela população local e há nos arquivos da própria Casa da Cultura filmagens e depoimentos coletados sobre a mesma.

Sua construção teve a participação de descendentes de afros, lusos-açorianos e teutos brasileiros.

Foi casa de moradia de famílias tradicionais oriundas dos primeiros imigrantes germânicos que colonizaram o Estado de Santa Catarina. Abrigou um Cartório de Registro Civil.

Nela já funcionou uma alfaiataria, uma sapataria, abrigou um comércio onde vendiam um pouco de tudo ( tecidos em metro, armarinhos, sapatos,  chapéus, relógios, bicicletas, rádios e outros utensílios ). Muito dos seus clientes tinham seus débitos registrados no tradicional “caderninho” ( um tempo onde prevalecia a confiança e que todos se conheciam muito bem).